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quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Onde tudo começou ...



É no continente africano – que há aproximadamente 200 milhões de anos encontrava-se unido ao Brasil, formando com os outros continentes do atual hemisfério sul o supercontinente Gonduana que os pesquisadores de todo o mundo buscam a origem da humanidade. As evidências de que o Homo sapiens teve origem em África são muitas. Escavações no deserto de Afar, na Etiópia, nos apresentaram Lucy e a menina Selam, ambos Australopithecus afarensis que viveram há 3,2 milhões e 3,3 milhões de anos, respectivamente. Foram encontrados na África do Sul fósseis humanos denominados Australopithecus sediba, com cerca de 1,95 milhão de anos . Não obstante existam teorias e polêmicas, é certo que todos os fósseis que podem ser os antepassados diretos de nosso gênero Homo estão no continente africano. Corroborando com esses dados, uma pesquisa publicada em 2007, que apresenta o estudo de variações genéticas globais e medidas cranianas de diferentes regiões do mundo, demonstra que o Homo sapiens teve origem única: a África !

È fato que na África existe uma rica história de conhecimento científico, descobertas e invenções que antecedem o surgimento da civilização europeia: a descoberta do tempo, o controle do fogo, o desenvolvimento de ferramentas tecnológicas, a linguagem e a agricultura. Nada no século 20, segundo o autor, contribuiu tanto para o desenvolvimento da humanidade como esse conhecimento da matriz africana – nem a chegada à Lua, a descoberta do DNA ou a energia nuclear, a televisão ou o laser, e nem mesmo o automóvel.

Infelizmente, muita coisa sobre a África não está escrita. Por isso dizem que o africano não construiu nada. Mas é mentira . A humanidade surgiu na África e os africanos tinham um conhecimento antigo em diversas ciências ! 
Phillip Tobias- Paleoantropólogo do Sul da Africa

sábado, 25 de agosto de 2012

Partes desse maravilhoso continente

África do Sul

As belezas Sul africanas estão em todas as partes

       A República da África do Sul é muito conhecida por suas belezas naturais, com desertos, montanhas e planícies. Além desses, sua diversidade cultural e religiosa sobressaem aos olhos do mundo, diante de tantas belezas.
       A língua falada na administração do país é o inglês, somado a mais dez diferentes línguas oficiais, que varia conforme a região.
       Parece que tudo lá é de grande variedade. Praias, safári, mergulho, grande número de aves, turismo ecológico, dentre outros.
       Não podemos falar desse país sem relembrar os mais de trinta anos que sofreu com o apartheid. Em Johannesburg está localizado o museu do Apartheid, onde pode-se conhecer de perto, através de vídeos, fotos e objetos, essa triste história de preconceito racial.

        Apreciar as belezas desse país será uma experiência marcante, que ficará na memória de qualquer um, pois a curiosidade será aguçada através das tantas riquezas que nele existem.

Fonte: http://www.brasilescola.com/africa-do-sul/


       Esse é só um pequeno pedaço desse continente maravilhoso e incrível que é a África, fiquem atentos que agora vamos ir lançando pequenas postagens de outros países africanos que também irão te surpreender!!

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

A culinária do Norte da África

   Manjericão, erva-doce, alecrim, louro, açafrão, cravo, canela e pimentas. Os temperos aromáticos e exóticos são uma característica importante da culinária do norte da África. Líbia, Egito, Marrocos, Tunísia e Argélia, que compõem a região africana banhada pelo mar Mediterrâneo, dividem o gosto pelas especiarias e outros sabores, como os pratos à base de trigo e de carne de cordeiro


  Na opinião do chef Rodrigo Cavichiolo, do restaurante DUO Cuisine, de Curitiba, o olfato é o sentido mais aguçado pela cozinha local. "Se fechássemos os olhos, seria como entrar em uma loja de perfumes, só que os aromas seriam das especiarias. É uma culinária muito aromática, de sabores singulares, algo que dá para se dizer espetacular", avalia.
   Rodrigo Cavichiolo lembra que cada país tem características próprias, mas como o trigo sempre foi um alimento presente na região, o grão se tornou outro ingrediente em comum, dando origem a um dos principais pratos típico do norte da África, o famoso cuscuz.
  O cuscuz é uma receita originária dos berberes, tribo mulçumana que ocupava a região do Magreb, no norte da África. Ao invadir outros países (e ficarem conhecidos como mouros), como a Espanha, o prato foi sendo disseminado para várias partes do mundo. No Brasil, o cuscuz chegou pela mão dos portugueses. 
   No norte da África, cuscuz também é o nome de um tipo de farinha feito a partir da sêmola do trigo. Dependendo do país, o prato com o mesmo nome é composto por ingredientes como as carnes de carneiro, frango e peixe, na versão salgada, que também pode ser apenas de vegetais, e frutas secas, na versão doce.  

 Cuscuz de frango 

   Além do trigo, os chefs de cozinha destacam a carne de cordeiro como outra iguaria típica da gastronomia do norte da África. "A receita mais comum leva dois dias para ser elaborada. O cordeiro recheado com cabeças de alho fica de um dia para o outro de molho no vinho com orégano, sal, alecrim e muita pimenta. No dia seguinte, a carne vai ao forno com o mesmo molho em que ficou descansando. Fica crocante, dourado e o sabor é bem picante", afirma Gennaro Cannone. 

Carne de cordeiro

   O chef Rodrigo Cavichiolo ressalta que mesmo os pratos típicos de cada país guardam tradições em comum. "O cordeiro assado em forno de barro no Marrocos é muito interessante, como a Harissa, um molho tunisiano servido na entrada das refeições, as lendárias pombas recheadas de ferik no Egito, o chá de menta na Argélia. Portanto, cada país tem as suas particularidades, mas todos giram em torno dos mesmos sabores", argumenta. 

 Pomba recheada

   Além das tradições árabes e muçulmanas, os países do norte da África também se dividem com a influência recebida do continente europeu, tanto por causa da dominação que o velho continente exerceu sobre a região, quanto pela proximidade geográfica.
   O Mediterrâneo, que banha ao norte o sul da Europa e ao sul o norte da África, é o elemento de ligação das duas regiões. O chef Gennaro Cannone menciona que muitos temperos migraram da África para o velho continente pela mão dos mercadores.
    "A Itália, por exemplo, foi invadida no bom sentido por vendedores árabes que levaram para o país muitos temperos e, com isso, costumes. A pimenta malagueta, que é muito usada na culinária da região, também foi levada pelos árabes. Além da pimenta malagueta, alecrim, orégano e basílico são temperos que saíram do baixo Mediterrâneo", comenta.
   O chef Rodrigo Cavichiolo ressalta que a presença colonizadora europeia também determinou alguns fatores da cozinha dos países do norte da África, como na Líbia, por exemplo, onde as massas são muito presentes devido à colonização italiana. "No Egito, o consumo de frutos do mar é muito baixo. Porém, Marrocos fica a apenas 13 km da Espanha e acabou tendo muito do ocidente presente em sua cultura, assim como a Tunísia, que recebeu influências por ter sido um protetorado francês", menciona.
   As raízes da culinária desses países, no entanto, são milenares e  remontam não apenas ao tempo dos faraós, mas também ao império Persa, ao domínio romano e ao império otomano, de acordo com o Rodrigo Cavichiolo.
   O chef Gennaro Cannone cita que como tradição dos árabes a região herdou o hábito de consumir pão e o fermento, ingrediente que carrega os costumes de milênios atrás. "Sem ele ficaria impossível preparar pão, focaccia, pizza branca e muito mais, alimentos que hoje são tradicionais nos países da região", completa.

- Fonte: http://bbel.uol.com.br/culinaria/post/a-cozinha-do-norte-da-africa/page1.aspx

 





terça-feira, 14 de agosto de 2012

"Flor do Deserto"


Waris Dirie

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      Essa modelo é um dos grandes exemplos de luta africana, e a história dela você confere abaixo:
      "Nascida em 1965, aos três anos de idade sofreu mutilação genital feminina. Waris Dirie fugiu da aldeia em que vivia com a família aos doze anos de idade, um dia após saber que seria obrigada por seu pai a se casar com um homem de 60 anos, do qual seria a quarta esposa. Na época, atravessou sozinha um dos desertos somalis inteiro, sofrendo com fome e sede e ficando com vários ferimentos nos pés, dos quais até hoje têm cicatrizes. Conseguiu chegar até a capital de seu país, Mogadíscio, onde encontrou a sua avó que após algum tempo conseguiu que sua neta fosse levada a Londres para trabalhar como faxineira na Embaixada da Somália.
      Passou a adolescência apenas trabalhando na Embaixada, sem sair da casa onde esta se localizava, por isso mal aprendera a falar o idioma inglês. Após o término de uma Guerra na Somália todos da Embaixada foram convocados a retornar ao país. Waris Dirie foge pelas ruas de Londres e com ajuda de uma mulher, que tornou-se sua amiga, conseguiu emprego como faxineira em uma lanchonete. Lá, enquanto trabalhava, foi observada por Terence Donovan, um grande fotógrafo, que a lançou no mundo como modelo. Waris Dirie converteu-se numa defensora da luta pela erradicação da prática da Mutilação Genital Feminina e atualmente é embaixadora da ONU. Escreveu vários livros sobre suas vivências e foi tema de um filme "Flor do Deserto", lançado em 2010 no Brasil. Existe uma fundação com seu nome, da qual é fundadora.
      Ela mora com a família em uma casa alugada na Etiópia e tenta convencer a cunhada a não circuncidar as filhas. Está confrontando a mutilação na própria família. O irmão tem seis meninas, todas menores de idade e que vivem no deserto. Sua cunhada quer mutilá-las. Por causa disso está tentando levar as meninas para um lugar seguro. Isso tira meu sono de Waris Dirie todas as noites."

 Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Waris_Dirie

 Capa do filme "Flor do deserto"

     Waris é um bom exemplo de africana decidida e com força de vontade para mudar a sua vida e fez o bastante para ser reconhecida e mudar a vida de tantos outras mais, que hoje lutam para ter sucesso em sua vida!!
     É mais uma prova vida da grande beleza da África! 

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Para refletir: Provérbios africanos

   Com suas dezenas de países, contrastes sociais, diversas vegetações e climas, certamente o continente africano tem ensinamentos sábios. Os provérbios são pouco divulgados mas, especialmente para os nossos leitores, selecionamos algumas citações. Aproveitem o momento de reflexão! 


"A luz com que vês os outros, é a luz com que os outros te vêem a ti."

"A mocidade é como a água da ribeira; entregue a si própria, destroi as pontes."

"As tatuagens nas costas são conhecidas daqueles que as executam (não de quem as traz.)"

"Mata primeiro o elefante e depois arranca-lhe os pelos da cauda."

"Na água turva é que se apanha o bargue."

"O eco da primeira palavra fica sempre no coração."

"O macaco mesmo coberto com a pele dum carneiro, é sempre um macaco."

"Pouco a pouco a lagarta consegue devorar a folha da árvore."

"Padre sem sacristão, toca o sino com os pés."

"Quando dois elefantes brigam, quem sofre é a grama."

"Se passa o que é bom, também passa o que é mau."

"Trate bem a Terra. Ela não foi doada a você por seus pais. Ela foi emprestada a você por seus filhos."

"Aquele que aprende, ensina."

"Quando não existe inimigo no interior, o inimigo no exterior não pode te machucar."

"Aquele que não sabe dançar irá dizer: A batida dos tambores estão ruins."

"Lágrimas são melhor enxutas com nossas próprias mãos."

"O amanhã pertence a aqueles que se preparam hoje."

"Se sua boca virar faca, cortará seus lábios."

"As Cinzas voaram ao rosto de quem as jogou."

"Quando souber quem são os amigos dele, saberá quem é ele."

"O que é bom se vende por si só, o que é ruim faz propaganda de si."

"Um leão não se vira quando um cachorrinho late."

"Se quer saber o final, preste atenção no começo."

"O mundo não lhe fez promessas."

"Indepente se foi a faca que caiu no melão ou se foi o melão que caiu sobre a faca, o melão irá sofrer."

"Ser feliz é melhor do que ser rei."

Fonte: http://pt.wikiquote.org/wiki/Provérbios_africanos